Debate de encerramento

28 DEZ, 19H

Com Carlos Adriano (O que Há em Ti), Cristina Amaral (montadora), Mateus Araújo (USP) Thiago B. Mendonça (diretor)

Carlos Adriano
Cineasta (São Paulo, 1966), com doutorado e pós-doutorado em cinema (USP) e pós-doutorado em comunicação e semiótica (PUC-SP). Desde 1989, realizou filmes como “A Voz e o Vazio: a Vez de Vassourinha” (1998; Melhor Curta Documentário no 36º Festival de Chicago), “Santos Dumont Pré-Cineasta?” (2010; Melhor Direção no 10º Recine), “Sem título # 1 : Dance of Leitfossil” (2014; Melhor Filme no Golden Reel Underground Festival), “Festejo muito pessoal” (2016; Melhor Curta no 27º Cine Ceará) e “Sem título # 5 : A Rotina terá seu Enquanto” (2019; Melhor Curta no 24º É Tudo Verdade). Seu trabalho, já apresentado no MoMA de Nova York e na Tate Modern de Londres, é tema de um capítulo do livro “The Sublimity of Document: cinema as diorama (avant-doc 2)”, de Scott MacDonald, (New York: Oxford University Press, 2019).

Cristina Amaral
Iniciou sua carreira profissional em 1977 no filme Parada 88, o Limite de Alerta de José de Anchieta. Formou-se em Cinema na ECA pela Universidade de São Paulo. Foi premiada em 1991 no Festival de Brasília pelo longa-metragem Sua Excelência, o candidato de Ricardo Pinto e Silva, e pelo curta-metragem Wholes de Cecílio Neto. Em 1997 coordena juntamente com Andrea Tonacci, a produtora Extrema Produções Artísticas. Realiza cursos e workshops de Montagem e Edição de Filmes. Entre os Cineastas que Cristina trabalhou estão: Marina Person, André Sturm, Toni Venturi, Guilherme de Almeida Prado, Ricardo Elias, João Batista de Andrade, Edgar Navarro, entre outros. É vencedora de prêmios em sua categoria no Festival de Gramado, RioCine e Festival de Brasília.

Mateus Araújo
É professor Livre-Docente do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão e do Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais da Universidade de São Paulo. Doutor em filosofia (em regime de co-tutela) pela UFMG e pela Université de Paris I (Panthéon-Sorbonne), com tese sobre o problema da imaginação em Descartes, defendida em 2006. Desenvolveu, com bolsa da FAPESP e supervisão de Ismail Xavier, um pós-doutorado em cinema na ECA-USP com uma pesquisa sobre Glauber Rocha. Ao longo dos anos, tem articulado sua formação e seu exercício filosóficos com atividades e trabalhos no campo da história, da teoria e da crítica de cinema. Organizou ou co-organizou os livros Glauber Rocha / Nelson Rodrigues (Magic Cinéma, 2005), Jean Rouch 2009: Retrospectivas e Colóquios no Brasil (Balafon, 2010), Straub-Huillet (CCBB, 2012), Charles Chaplin (Fundação Clóvis Salgado, 2012), Jacques Rivette (CCBB, 2013), Godard inteiro ou o mundo em pedaços (CCBB / Heco produções, 2015), O cinema interior de Philippe Garrel (CCBB, 2018), Glauber Rocha: crítica esparsa (Fundação Clóvis Salgado, 2019) e Glauber Rocha: O Nascimento dos deuses (Fundação Clóvis Salgado, 2019). Tem artigos publicados em Film Quarterly, Cahiers du Cinéma, Novos Estudos Cebrap, Clássica, Kriterion, Devires, Eco-pós, Cinemais, La Fúria Umana, Aniki, Literatura e Sociedade, Doc On-line etc. Traduziu Glauber Rocha na França (Le Siècle du Cinéma, La Crisnée: Ed. Yellow Now / Magic Cinéma, 2006) e uma série de autores franceses no Brasil.

Thiago B. Mendonça
É diretor, roteirista e crítico de cinema.